domingo, 20 de agosto de 2017

...nas entrenhas do inferno...

Eventualmente se perguntasse a 400 pessoas que título havia de dar a este post, arranjaria 400 nomes, todos eles cruéis para a dura situação que uns mais que outros, vivem por agora..
Nesta última 5ª feira desportiva, agarrei na grossa, e fui ver de perto o que restava, e como ficou o cenário da Gardunha.

Escolhi da Soalheira para cima, um trilho mítico que fez parte do GPS/Rota dos Lagartos:
Ou seja, pela Soalheira acima, fui-me apercebendo da quantidade de Avés Marias que este povo rezou na 3ª feira...
Depois segui até à igreja Matriz, e...Jesus!!!

Cheguei a ter algum receio de circular por ali.
Sentir que o monstro passou por ali, levando alguns pertences destas gentes, foi uma sensação horrível.
Continuei a subir, encontrei o Quelhas da Idanha, também ele ia lá em cima testemunhar, mas o rumo era outro.
O ícone que antecede a subida, na Alameda de São Fiel, lá estava ele, imponente, mas com outra cor.
O colégio de São Fiel.
Histórias de vida que se podiam contar neste imponente edifício...
Que rico estado!!!
A colónia de férias deste colégio vinha a seguir.
Logo a seguir à vivenda do jornalista, virei à esquerda porque a hora quase já de almoço fazia com que tivesse que regressar.
Comovido com os discursos desta gente, entrei pelo Louriçal, e, muito do mesmo...

Uma volta horrível, apercebendo-me das entrenhas por onde o inferno passou, e que agora o diabo deixou as suas marcas numa zona em que as rodas grossas da malta vão agora sentir um diferente colorido nos próximos tempos...
Aquele de sempre, triste com o que se passa por aí!!!
Pinto Infante

terça-feira, 4 de julho de 2017

...Aranhas 2017...

As saudades começavam a sentir-se.
Desde 2009 até 2013 o Filipe Salvado, e o Carlos Sales organizavam esta tirada através da bicicleta, em que o mote principal e único é conseguir pedalar, juntando as famílias nestes misto frenesim de desporto com amigos.
Há alguns anos não se realizava, sendo que dia 2 de julho a coisa foi por diante.
Nove convivas, sendo que repetentes fomos 4 e cinco novatos.
A ordem de operações desta vez, e já há muito que sugiro isto para a coisa não acabar, era tão simples como cada um que se desenrasque, seja na bucha, ou pedalada.
Quanto a mim, meti as "patinhas" com o horário de saída.
Saí uma hora e meia mais cedo do que devia, pois não cheguei desta vez subir a São Miguel de Acha, esperando pela malta na ribeira do Taveiró.
Estranho, liguei ao Filipe, a comunicar-lhe que ia andando para não esperar muito.
Assim, a seguir a Santa margarida, onde era visível os resquícios das flores, bebi uma bebida fresca num café de seu nome incaracterístico, mas com gentes simpáticas:
..."HORA DE MEDITAÇÃO".
Engraçado.
Pedalando e esperando, juntamo-nos na N/Sr.ª da Granja finalmente.

Faltava ainda agrupar um, neste caso uma elemento.
A Teresa, que vinha em sentido oposto ao nosso encontro, perto de Bemposta ficava o pelotão completo, com 9 elementos.
Na ribeira da Baságueda, o reencontro com as crias e familiares.
Depois, foi passar o dia como habitualmente, colocar as carnes ao sol, água, partilhar o que cada um achou por bem que lhe fazia falta, hidratar, e finalmente a taça regressou aos melhores armadores de ferro(ai se o Cabaço lá estivesse e o João Valente)a coisa provavelmente não seria assim.
Juntamente com o meu amigo Zé, pioneiro nestas andanças, ganhamos ao Álvaro e ao David a jogatana de malha.
O regresso...
Enfim, foi  mais um daqueles dias para recordar através da bicicleta, família e amigos.
Venham muitos como este.
Filipe, para o ano lá estaremos.
Grande abraço a todos/as.
Pinto, o Infante

quinta-feira, 29 de junho de 2017

...com 3 toneladas,Vale Sando e terra dos moleiros...

Como se aproxima uma forte tirada no domingo, a rondar os 80 kms, decidi esta 5ª feira dar-lhe com algumas subidas, recaindo a escolha sob as 3 toneladas e as Tinalhas.
Saí da capital do feijão frade por volta das 8 da manhã, um pouco tarde para aquilo que tinha pensado.
As temperaturas esquisitas, fizeram com que fosse às gavetas da roupa de inverno à procura dos manguitos, que bem souberam.

Na Santa Águeda, Marateca, o vento soprava tanto que incomodava os poucos pescadores que àquela hora se encontravam com o fio na água.
Caçadores da terra dos Moleiros, hortinha dos avós maternos, e a N/Sr.ª da Encarnação trás sempre à memória as honras da família, daqueles que já partiram, de famílias conhecidas, em que nos dias de hoje, nem sei se a missa ainda continua a fazer jus a esta Ermida...
Dava inicio às subidas; 3toneladas como apelidam esta zona.
Entrei nas Tinalhas, pelo Norte, aproveitando este facto, para registar tamanha remodelação na outra Santinha.
Ora, se a Santinha da terra dos moleiros, se chama Sr.ª da Encarnação, a das Tinalhas, agora com cara nova, a Rainha Santa Isabel.
Um investimento brutal, que vai trazer para julho artistas de renome.
Está bonita.
Depois, aproveitei este local, para degustar uma XL que levava nas costas;
A parte da tarde das 5ªs feiras é de trabalho, e assim, o relógio tem que ser controlado ao pormenor...
Desci a Vale Sando, onde as vistas são muito bonitas, sob a serra da gardunha e Açor(penso).
Ao circular nesta zona, é possível ver cavalos nas quintas, e para um deles não resisti fazer uma festa.
Até ao Barbaído foi sempre por asfalto, pois a progressão favorecia a hora.
Desci novamente pelas aldeias de xisto, mas além de Martim Branco me ficar no pensamento, a hora não permitia lá chegar...
Tinha que começar a virar coordenadas à Lardosa.
Subi ao Juncal.
Do lagar de azeite, desci esta bonita serra das Tinalhas através de cruzamentos e cruzamentos, sendo que efectuei mais uma paragem com a barriga a dar horas, no café daquela aldeia.
De vez em quando fico surpreso:
Sabe-me bem comer e beber durante as minhas voltas, uma "coca cola".
Desta vez, em garrafa pequena, coisa que é raro ver esta bebida em garrafas de vidro.
Surpresa:
€1,20(um euro e vinte) foi quanto paguei!!!!
Irra!!!!
Depois lembrei-me daquela nova Lei, que o estado fez questão de criar em consequência dos açucares, ou gases nas bebidas...
Atrevi-me a perguntar no final, quanto custava uma MINE:
€0,75(setenta e cinco cêntimos)...
Comentários,,,,
Para quê, quando o álcool é mais barato do que os sumos!!!!
O meio dia já tinha passado. Agora havia que dar força aos pedais, pois o trabalho de tarde tem que se cumprir.
Póvoa, terra dos moleiros, novamente Santa Águeda e Lardosa.
Ao passar a barragem, o vento das previsões já se manifestava de tal ordem, que só mesmo por estará  chegar a casa não vesti de novo os manguitos.
Contudo, bela volta, fazendo o trabalho necessário para o próximo domingo.
Venham de lá mais iguais a estas!!!
Aquele de sempre,
Pinto, o Infante

segunda-feira, 19 de junho de 2017

...até às flores do Vale da Torre, em boa companhia...

Após o fatídico sábado(jamais visto no nosso País), tinha combinado caso acordasse a horas uma voltinha de grossa na companhia do Samuel e do Luís, em que o itinerário envolvesse a bonita festa das flores na aldeia do Vale da Torre.
A ideia era sair cedo, evitando o calor que temos sofrido, com trilho escolhido pelo Samuel, fomos primeiro até à bonita aldeia de Castelo Novo.
Como subidas não se identificam comigo, mas como eramos 3 a decisão foi superior.
Pronto.
Posto isto, o café matinal foi na Luimar, saboroso como sempre, e pelas 7H2o, graças ao meu atraso, nem me apetecia sair dali, tal era já o calor.
Como nas vésperas, envolveu festa e jantaradas com a família e amigos no Vale da Torre, nem me tinha apercebido da calamidade que estava a assolar o nosso País...
Na tv, era notório o peso da informação;
Saímos, com a conversa dedicada a este triste motivo, e pelo tanque, até Nac.18 vislumbramos a ar completamente carregado de fumo, consequência do monstro que invadiu Pedrogão Grande e arredores.
Horrível...
Até Castelo Novo os bidons foram desaparecendo.
Com objetivo,  como o Luís diz, "tenho que ter sempre água", a 1ª fonte era à escolha naquela aldeia.
Depois do reabastecimento, próxima fonte era Atalaia do Campo.
Chegamos a Atalaia depois de um monumental engano da minha parte, relembrando o GPS que passou por aqui, e tivemos que andar no volta atrás...
Era notório as marcas de cal no chão, em que o Samuel se lembrou e foi mesmo a "ROTA DA CEREJA",  que envolvia a passagem por aqui.
Fomos alguns metros no sentido oposto, mas como era ainda cedo, não deu para ver nenhum companheiro passar.
O caminho, bonito e conhecido também do Samuel e do Luís também, pois a família tem por ali umas hortinhas e pertences, fazia a ligação até às Zebras.
Com o sol a apertar, passava pouco das 10 da manhã, e o sol já mastigava a pele.
Chegamos ao Vale da Torre, objetivo proposto, a azafama das limpezas e preparação era notória.
Uma festa que tive o prazer de visitar no dia anterior, degustar junto dos meus, e amigos uma bela jantarada, e neste domingo, uma bela mine na tasquinha do Nisa.
Rapaziada, vamos embora, com quase meia centena de kms percorridos, mas meus amigos a bicicleta tenho que a parar, pois o sol e calor pelas onze da manhã, não é confortável.
Termino, com uma palavra de pesar a todos/as aqueles que nos deixaram, uns inocentes, e que era meu desejo quem manda neste País, sentar-se à mesa, e fazer o trabalho de casa, antes delas acontecerem...
Ao corpo dos HOMENS DA PAZ, força companheiros...
Bem haja Samuel e Luís pela companhia.
Aquele de sempre, Pinto Infante

domingo, 11 de junho de 2017

...N/Sr.ª Fátima, noutra perspectiva...

...minha culpa, minha tão grande culpa...
Este ano de 2017, sabia que a dificuldade maior para realizar a ligação anual entre Castelo Branco e Fátima seria os 9 Kg a mais em cima da minha bicicleta.
Isto prende-se com o largar dos cigarros, e a balança teima em não baixar.
Fico, e sinto-me contente, pois olhei em redor, e na companhia de 14 pedalantes e 2 ajudas importantíssimos na realização destas aventuras, reparei que ninguém fuma; São só coincidências.
Bem, mas vamos lá relatar esta monumental aventura deste ano:
Tenho que assumir toda a culpa do que correu menos bem neste ligação, pois desde há muito que tinha em mente elaborar o caminho até Fátima, por um trajeto diferente.
Urso!!!
O Pires, ora para aqui, ora para ali, desenhou um trajeto, o Roque olhou, o Pinto vamos, o Nunes, é melhor não, o Franco não inventem, o caloiro Oliveira, nem sei se hei-de ir, os restantes caloiros nem sabiam onde se iam meter...
...e o burro sou eu!!!
Uma certeza no meio disto:
Ninguém sabia por onde, nem como seria o trajeto; Toda a malta achava que seria mais duro, mormente com menos distância.
https://photos.google.com/search/_tm_Filmes/photo/AF1QipMoZ7j2t14k0gI6SSgFGittxU6oiwcj11jArLf4
Um erro total, a não repetir por aqui, um empeno como nunca.
O roda naturalmente foi o Roque, grande máquina.
A ordem de operações foi cumprida ao pormenor, sendo a saída à hora habitual.
6 e pouca da manhã pusemo-nos ao destino.
Até ao Vale da Mua, toda a gente conhecia, a partir dali, meus amigos, foi um autêntico calvário até Fátima;
Envendos, Mação, Sardoal, Carvalhal, Martinchel, barragem Castelo do Bode(o roda levou todo pelotão a 45 kms hora atrás dele, local único onde apanhamos estrada sem subidas, porque até aqui, o carrocel, qual deles o pior...), Santa Cita, Soudos, Casais da Igreja, Lagoa do Furadouro local onde o verguei com dores no joelho direito, fruto do esforço do sobe e desce constante ao longo dos 137 kms, e decidi ir 5 kms na carrinha, para depois já em Fátima chegar junto dos bravos companheiros ao Santuário.
No grupo de 14 companheiros existiam 4 gps, sendo o olho da frente, o Pires que como tudo estava planeado, em todos os cruzamentos houve necessidade de agrupar, sempre, pois ora à esquerda, ora à direita ninguém se podia perder....
O trajeto, além de duríssimo, o vento chegou a assustar de frente, e a hora de chegada, a mais tarde de sempre; 14H30´...
Uma coisa horrível...
Houve necessidade de haver alterações do local dos banhos, o repasto foi o convívio habitual, e a Castelo Branco regressamos mais sossegados, com mais um objetivo anual cumprido.
Quero manifestar aqui um agradecimento aos meus companheiros de luta, e pedir desculpas pelo trajeto escolhido, pois só eu as tenho que assumir.
Um evento desta envergadura, carece de uma logística grande que envolve pessoas com uma atenção especial.
Ao Antunes que desde a 1ª ligação a Fátima nos acompanha, e ao Lourenço um grande abraço e muito obrigado pela colaboração, pois sem vocês as coisas seriam mais complicadas.
Agradecimentos ao Comandante do Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana de Castelo Branco, por todo o apoio dispensado.
Para o ano lá estaremos, com todos estes, e mais quem se queiram juntar à festa, mas com toda a certeza que o trajecto não vai ser por aqui, mas sim por Nisa, pois além da quilometragem ser um pouco superior, tudo se justifica por esse lado, e não uma estupidez destes quase 3000 m de acumulado.

A todos um grande abraço.
Pinto, o Infante

segunda-feira, 22 de maio de 2017

...maratona RETIRO DAS ADEGAS, o empeno...

Se formos à essência da questão, vejamos:
RETIRO DAS ADEGAS!!!
O que tem este slogan a ver com BTT???!!!
Testemunhei este domingo dia 21 de maio, qualidade, gente amiga, gente com crer de fazer coisas engraçadas neste dia e nesta modalidade.
É uma associações que tem gentes de estrada e de btt, e que finalmente alguém trouxe mais uma vez a festa da bicicleta btt que tanto Castelo Branco precisa.
Sob a batuta de rapaziada nova e dinâmica,  conhecedores destas andanças, o Hélder, Jorge, Filipe e companhia e companhia elevaram a fasquia, e trouxeram até à cidade uma maratona em que a competição foi rainha.
Nem assim, a competição arredou alguns entusiastas tal como eu que quis relembrar(e que bom foi) os domingos que a malta dedicava à coisa.
Foi bom matar saudades de tudo junto à saída, preparar bikes, levantar dorsais, enfim...
A máquina digital desta vez, ia para escrever  o que fosse capaz, pouco em virtude da dureza do evento.
Como a ida à N/Sr.ª de Fátima dia 9 de junho se aproxima, tenho dedicado o pouco tempo disponível à fininha, e este domingo paguei um pouco a factura dos quase 80 kms de 5ª feira.
O Hélder tinha-me dito que os 53 kms que esperavam eram algo duros, mas como costumo dizer, que só se morre uma vez, vamos a ela.
Sentia-me bem, e após a saída parei antes da Taberna Seca parei para mastigar qualquer coisa, pois tinha tomado o pequeno almoço muito cedo.
Com andamentos bons(nada de competições) o objetivo é começar e acabar direitinho, mas a circular bem, na descida uma queda aparatosa dum companheiro, fez com que a passagem fosse algo apreensiva. ´
Desta vez não parei, porque já estava a Cruz Vermelha e a organização através do Jorge.
As melhoras...
No casamento da Líria com o Ocreza, virámos à direita e até ao Calvos, foi tirar as mãos do travão...
Ao meu ritmo(lento como sempre) a subir, cheguei ao 1º abastecimento.
Alonguei, comi, a sentir-me bem, cruzávamos agora trilho que há muito não circulava.
As pernas começavam a partir dali, a acusar algo anormal!!!

Este tipo de trilhos, penso não ser bom nem agradável a ninguém.
Um constante sobe e desce, parte as pernas de qualquer um.
Ora se já não gosto de subidas, com a porra dos quilos a mais, fruto de ter largado o tabaco muito mais me custou fazer este sobe e desce.
Depois aconteceu-me o pior deste dia. Já na descida das Ferrarias, uma abelha, abelhão ou moscardo(p...que pariu...) picou-me no tendão do pescoço, provocando-me uma má disposição horrível, considerando a hipótese de desistir!!!
Sem força, mal disposto, na subida estava o Pedro que me emprestou uma moeda, que aliviou um pouco, mas a vontade de voltar o tabuleiro persistia, pedalada a pedalada...
Horrível...


Levava uma banana que aproveitei para comer um pouco, que provocou um sensação de alivio...
Momentânea...
Aos pouco libertava-me desta horrível sensação...
Galgando kms, sobe desce e pelo km 40 a coisa começou a aliviar permitindo às pernas já cansadas aliviar e alongar um pouco.
Vendo e revendo companheiros destas andanças, a retaguarda da meia maratona era maioritariamente ocupada pela tal malta, que tal como eu quisemos estar presentes.
Iam passando as "lebres" por nós, aproximavava-me do final...
53 kms marcava, 13H10 de domingo dia 21 de maio.
Uma sensação muito boa, matar saudades dos domingos ocupados em torno de amigos, companheiros e gente que quis neste dia embelezar a zona industrial de Castelo Branco.
Como sempre nem sei, nem me interessa em que lugar cheguei, fazendo este passeio um excelente treino para ir acender a velinha à N/Sr.ª Fátima.
À organização, muitos parabéns pela iniciativa, marcações, do melhor.
Domingo há mais pelos Escalas Abaixo.
Aquele de sempre...
Pinto Infante

terça-feira, 16 de maio de 2017

...pequeno rescaldo, do GPS...

Existem coisas por aí, engraçadas em torno das bicicletas.
Neste último 14 de maio, a festa das bicicletas, regressou à Lardosa.
Ao longo destes anos, tenho dado através deste passeio orientado por GPS, os lugarejos e trilhos que vou colocando no meu baú, que cada vez transborda mais de tantos trilhos e quelhas já percorridas, na companhia das minhas bicicletas e amigos ou companheiros das andanças.
Carrega na foto do Jorge Rebelo:
https://drive.google.com/drive/folders/0B4faCZwNTumtVFpndDh1aktISUE
Foi uma semana com as inscrições a atingir contornos muito bons, mas desde 2ª feira dia 8 de maio que alguma preocupação com o caudal da ribeira grande mexeu comigo.
Sem alternativas, a chuva que caiu 4ª feira subiu, o que me obrigou a pedir aos participantes alguma cautela, pois dia antes tinha ido a banhos...
Domingo, pelas fotos reparei que a água já era semelhante àquela com que tinha passado de bike no meu último reconhecimento; Ainda bem.
Carrega na foto; Gentilmente cedidas Pedro Antunes
Após a saída dos 78 participantes, fui tentar registar alguns momentos nos trilhos(este ano consegui poucas fotos  no terreno), e depois fui dar apoio aos "meus" incansáveis voluntários, com duas estreias de peso...
Carrega na foto:
Fui-me apercebendo que a malta ia chegando e partindo do abastecimento, depois de bem tratados.
Como quem participou partilhou algumas fotos do evento, reparei que antes do abastecimento, um monumental engano, fez jus à completa desorientação da malta....
Deixo as fotos sem comentários, alusivas à passagem de um trilho particular, que se encontrava 2 metros do lado esquerdo  da vinha por onde a malta circulou erradamente.
Sem comentários...


Fotos do Olegário
Ao longo do ano, uns vão outros aparecem de novo, mas esta equipa jamais sem eles consigo organizar seja o que for:
Ao Joaquim António;
Ao Duarte;
Ao novato Rui Valentim;
Ao novato Dr.º Carlos Lozoya(recupera depressa porque é de bike que te quero ver), não tenho palavras para VOS agradecer este voluntariado.
Depois do repasto baseado em grelhados, na aldeia dos Escalos de Cima, inserido na festa em honra de São Pedro, havia mais 27 kms para percorrer.
À Lardosa, chegaram aos pingos, mas com alguns cromados esmurrados, todos direitos foi o propósito que cá trouxe a malta.
Quem quis e lhe apeteceu, foi almoçar ao restaurante, e calmamente cada um ao seu destino.
Em meu nome, queria agradecer a presença de todos/as os participantes, e se alguma coisa correu menos bem, as minhas desculpas.
Para 2018, muito provavelmente a data irá coincidir com o dia de N/Sr.ª de Fátima.
13 de maio(carece confirmação).
Para este ano, como não podia deixar terminar este post de rescaldo, os apoios merecidos à Junta de Freguesia da Lardosa, claro, à Comissão de festas em honra de São Pedro dos Escalos de Cima, e à União de Freguesias dos Escalos de Cima e Lousa, e aos donos dos terrenos particulares, pois o Sr.º da vinha ainda me leva preso!!!
A eles, o meu muito bem haja.
Para onde irão as coordenadas da ROTA DOS LAGARTOS, ORIENTADOS POR GPS, 2018
Grato a todos/as pela VOSSA presença, pois sem VOCÊS este ou outro tipo de passeio não tem a mesma piada.
...tira as mãos do travão....a subir claro...
Aquele de sempre